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LGE #fail

Alo @LGdobrasil! Aparelho por mais de RS 2.500,00 e uma etiqu... on Twitpic Da série coisas que não dá para entender: comprei um split novo da LGE.

Na hora de tirar a etiqueta do PROCEL – aquela obrigatória que registra o nível de consumo de energia – ela simplesmente se esfacela.

No lugar de fazer uma etiqueta de melhor qualidade que saia inteira meu split ficou esta meleca.

Totalmente #fail

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De Rosário do Sul a São Jerônimo

O mundo é dinâmico e mesmo situações que achamos que já se encontram consolidadas se alterem de uma hora para outra. Trabalhar em Rosário do Sul, cidade onde vivi parte de minha infância, era um projeto antes mesmo de eu ter idéia de quando seria promovido ou resolver ir mais para perto da fronteira para fazer meu mestrado no Uruguai.

Inclusive forma e motivos através dos quais me candidatei à remoção para a Vara de São Jerônimo, que agora não cumprem examinar, podem conduzir a qualquer conclusão que suponha a existência de destino ou outras forças que conduzem nossas decisões em lugar ou ao lado de nós mesmos.

Em Rosário do Sul eu pude, graças às condições especiais da cidade, me dedicar, ao mesmo tempo, a prestar uma atividade jurisdicional de qualidade – ou pelo menos o meu máximo – ao mesmo tempo em que me dediquei ao estudo do mestrado. Ou seja o que muitos colegas fazem com afastamento da jurisdição eu fiz em benefício dela.

Claro que tenho muito a agradecer ao excelente corpo de servidores que atuam na Vara que, embora não façam café pela manhã – nem mesmo depois de eu ter comprado aquela linda cafeteira automática de Rivera -, têm um conhecimento amplo dos processos sob a sua responsabilidade, possibilitando um trâmite rápido e efetivo das ações ali em andamento.

Por igual os advogados que atuam no município, em especial os ligados à Seccional rosariense, presidida pelo Dr. Ricardo Pietro, fazem com que Rosário do Sul seja a melhor vara trabalhista do Rio Grande do Sul, não em virtude de seu reduzido número de processos, mas, e principalmente, pela condução sempre franca e leal que fazem das suas demandas, não raro solucionadas antes mesmo do seu ajuizamento, motivo principal do reduzido número de reclamatórias que ora ameaça extinguir a unidade judiciária por tanto tempo vindicada e batalhada por sua população.

Deixo Rosário do Sul, mas não deixo a luta pela manutenção da sua Vara do Trabalho, de seus servidores, da possibilidade de se contar com um Juiz Titular que, como eu e os que me precederam, conheça a cidade, os servidores e advogados pelo nome. A instalação da Vara do Trabalho de Rosário do Sul foi uma conquista de sua população, de sua honrosa, ativa e sempre prestigiada classe política.

Transferir-me agora para São Jerônimo, muito mais próximo de Porto Alegre, onde voltarei a fixar minha residência, é um desafio novo. O número de demandas, embora bastante inferior ao da capital e de outras cidades da região metropolitana, não significa menor quantidade de trabalho consoante informações de colegas que me precedem, tampouco melhor qualidade de vida, uma vez que, ao que consta, a viagem Porto Alegre – São Jerônimo leva em torno de 50 minutos, o que, somado aos cerca de R$ 15,00 de pedágio (dois na ida, um na volta), não são uma notícia muito animadora.

Por fim não dá para esquecer que agora sou um professor desempregado, já que tive que pedir demissão da URCAMP, sem ter podido sacar o FGTS ou ganhar o seguro-desemprego. Aliás se alguém souber de alguma universidade na região metropolitana necessitada de professor de Direito e/ou Processo do Trabalho, por favor não se acanhem de me indicar.

Abaixo um mapa que mosta o deslocamento feito entra as Varas de Rosário do Sul e São Jerônimo.

Exibir mapa ampliado

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Os melhores e piores

enquete espaço vital.jpg O site, ou como eles preferem, o saite Espaço Vital está fazendo uma enquete para que se elejam as melhores e piores varas federais de Porto Alegre. A enquete se segue a outra que foi feita para eleger as melhores e piores varas estaduais e, com certeza, precede a que elegerá as melhores e piores varas trabalhistas, como já ocorreu no ano anterior.

A iniciativa parece interessante. Afinal a prestação de Justiça é um serviço público e, por conseguinte, deve estar sujeito à avaliação pelo público consumidor.

No entanto fica uma questão: o público consumidor da Justiça são os advogados? A Constituição estabelece que eles são essenciais à administração da Justiça, ou seja conforme o texto constitucional não há Justiça sem a participação dos advogados, como não há sem os magistrados, Ministério Público ou os servidores.

Assim na medida em que se considerem legitimados para avaliar os serviços que lhes são prestados eventualmente também outros sujeitos podem querer proceder nesta avaliação.

Por exemplo porque não se poderiam eleger os melhores e piores advogados que atuam nos foros de Porto Alegre, com votação aberta a servidores e magistrados?

Claro que a sugestão é apenas uma provocação. No entanto apenas apontar subjetivamente unidades judiciárias boas e ruins me parece tão nocivo quanto.

Em todo caso quem quiser votar pode utilizar o link.