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E as nossas crianças?

Tenho visto e ouvido muita coisa em relação à educação infantil e propostas do Estado, através, principalmente, do Parlamento, mas também de outras entidades, de interferência inclusive intra-familiar na educação infantil.

No entanto percebo muito poucas iniciativas sérias, voltada a melhor, efetivamente, a educação de base em nosso país.

Iniciativas como a Bolsa Escola foi substituída pela Bolsa-Família, com cunho nitidamente populista e eleitoreiro, levando à deturpação do benefício.

Dia destes uma advogada amiga minha me referiu que as adoções no Rio Grande do Sul eram inviabilizadas porque muitas mães e pais, embora tivessem abandonado seus filhos em instituições, permaneciam ganhando, por uma “interpretação canhestra” da legislação, o benefício do Bolsa-Família, utilizando os valores para a aquisição de drogas, enquanto os seus filhos não tinha sequer a oportunidade de serem adotados por famílias interessadas.

No vídeo que segue é possível comparar o que é uma educação de qualidade, de primeiríssimo mundo e que devemos almejar para as nossas crianças.

Não é através de ENEMs ou outros exames, da distribuição universal de vagas em universidades ou o favorecimento de apadrinhados através do “Universidade sem Fronteiras” que alcançaremos um grau de excelência em educação. Pelo contrário, nosso futuro são as crianças e o ensino fundamental. Sem bons alicerces não é possível construir nada.

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Jorge Alberto Araujo

Jorge Alberto Araujo é Juiz do Trabalho e master em Teoria da Argumentação Jurídica pela Universidade de Alicante, Espanha. Titular da 5a Vara do Trabalho de Porto Alegre/RS.

2 comentários em “E as nossas crianças?

  1. Prezado dr. Luiz Guilherme Marques:
    Vou fazer uma palestra, na Casa do Saber, no próximo dia 14 de abril, sobre o livro “Crime e Castigo”, de Dostoievski, numa análise jurídico-penal.
    Li com atenção seu excelente artigo “A Justiça e o Direito Penal da Rússia”, publicado na Internet, que muito me valeu como pesquisa e informação. Meus sinceros parabéns!
    Por acaso o sr. teria o texto (traduzido, por óbvio) do Código Penal de 1855 e do Código de Processo da Rússia (que estavam em vigor quando Raskolnikov, em 1860, matou suas duas vítimas), ou, pelo menos, poderia orientar-me de que forma posso consegui-los ou consultá-los? E o texto da reforma da organização judiciária de 1864?
    Antecipadamente agradecido.
    Carlos Frederico Coelho Nogueira
    Procurador de Justiça aposentado (MP de SP)

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