O STF começa nesta semana as audiências públicas sobre a política de cotas raciais. Gostaríamos de saber a opinião dos leitores sobre o assunto. Ao lado há um formulário para votar e você pode expressar sua opinião também através dos comentários.
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Tags:cotas, cotas raciais, STF, Supremo Tribunal Federal










Quanto às cotas raciais e quaisquer outras leis outorgando privilégios (inclusive imunidades para políticos e funcionários públicos), são impróprios de gente séria, mas próprios de fraqueza de caráter do povo e seus representantes.
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Inicialmente gostaria de agradecer a todos por dispensar alguns minutos de seu tempo para apresentar sua opinião sobre este assunto que está atualmente em discussão no Supremo Tribunal Federal.
A opinião de todos foi muito importante para mim e, à vista dela, reelaborei a minha própria e a publiquei agora no blog. Por favor seria uma honra para mim que vocês comentassem este meu novo artigo, pelo que desde já agradeço.
http://direitoetrabalho.com/2010/03/cotas-qual-a-minha-opiniao/
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Eduardo Reply:
março 8th, 2010 at 11:15
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Eduardo Reply:
março 8th, 2010 at 11:15
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A bem da verdade, isso não passa de política emergencialista. Recentemente ouvi de uma pessoa (professor de uma Universidade) que defende essas cotas que: “a cota é constitucional sim, precisamos dar ‘dignidade’ a essas pessoas”.
Só que ai, perguntei: “que dignidade? A mesma dignidade que uma pessoa negra tem; a branca terás. Ou estou enganado? Ou estou em desacordo com a Constituição da República? Ao que me parece, nossa Lei Fundamental aduz em ALTO E BOM SOM, que é FUNDAMENTO DA REPÚBLICA A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA (e não da pessoa dessa ou daquela cor). Estou enganado?”. Veja o meu caso: sou branco (segundo a minha mãe, branco até demais -loiro-), graduei-me em Direito na Universidade Federal de Mato Grosso. Tenho que confessar que em minha sala não havia NUNHUM negro. Só que isso não representa “ausência de dignidade”. ´
Não é, a meu juízo, a estadia na faculdade que irá trazer dignidade à uma pessoa negra. Só isso não basta.
A questão é social, não só educacional, que é, como se sabe, UM DOS DIREITOS SOCIAIS. Pode ser também, alimentar (mais novo Direito Social).
Tanto isso é verdade que quem me responde a seguinte pergunta: Aqui na minha cidade conheço um filho de empresário (MUITO RICO, MUITO MESMO). O pai (e sua família) é negro, a mãe (e sua família) também. Adivinhem: o filho (meu conhecido) é o que? A) ( ) Branco; B) ( ) Negro; C) ( ) Pardo; D) ( ) Amarelo; E) ( ) NDA. Ah! Esqueci de dizer: a mãe não “pulaste a cerca não viu”.
A resposta certamente será a letra “B”: negro.
Agora uma última indagação: terá ele direito à cota em uma universidade pública?
E como ficaria a minha situação (em 2005, data que adentrei na faculdade de Direito), branco (até demais segundo a minha amada mãe), sem nenhum real no bolso, nenhum mesmo, porque falo sem nenhuma peleia que já faltei aula em razão de não ter dinheiro do “ônibus”, sem contar quase sempre não “lanchava”?
Como ficaria?
Absurdo! Não há como concordar com isso! Não mesmo!
Finalizando, este ponto, a questão está sob a análise do STF, não se sabe quando isso será decidido. Eu compreendo as posições favoráveis, só que insisto: devem seguir uma linha argumentativa diferenciada: questão social-economica.
Outra colocação que me faz obrigação em abordar é a “besteira que o ser humano tem sem se separar em RAÇAS”. Eu aprendi, NA ESCOLA PÚBLICA, que “são tantas as nossas características genéticas e tão variadas que é impossível agrupar-nos em raças”.
Há quem entenda que os negros possuem inteligência inferior (ISSO FOI DITO POR JAMES WATSON, nada menos que PRÊMIO NOBEL DE MEDICINA, procurem isso no “Google” e encontrarão). Olha, não entendo nada de medicina, nem quero, odeio, mas NÃO CONCORDO, JAMAIS VOU CONCORDAR QUE, POR UMA PESSOA TER DETERMINADA COR DE PELE, TEM MAIOR OU MENOR GRAU DE INTELIGÊNCIA (QI – coeficiente de inteligência). Para mim isso por si só representa uma grande BURRICE.
Ora, nossa cor de pele é, seguramente, uma das características mais fáceis de reconhecer nas pessoas (basta enxergar) e provavelmente por essa razão foi erroneamente utilizada para tentar organizar os humanos por grupos, “RAÇAS”. “Mas, entretanto, temos que dizer isto, não é por uma característica ser fácil de VISUALIZAR, como é o caso da cor da pele, que isso a torna representativa de todo o patrimônio genético dessa pessoa, refletindo todo um leque de outras características com uma componente genética, como, por exemplo, a cor dos olhos”.
E outra: SERÁ QUE É SÓ A COR DA PELE O CRITÉRIO? E A GENÉTICA? COMO SABEREMOS QUE DETERMINADA PESSOA É DA “RAÇA” NEGRA SE SUA PELE NÃO FOR “ESCURA”???
SOU CONTRA!
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Pensem num futuro de cotistas em que não vai importar seu currículo vitae e sim, a pergunta;
VC ENTROU NA FACULDADE NA COTA?
Vai ser médico cotista, engenheiro e advg da cota etc etc
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Jorge Araujo Reply:
março 6th, 2010 at 23:10
Em um caso destes o mais adequado seria que você fizesse um trackback na sua postagem, que seria exibida nos meus comentário.
Fica a dica.
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Jorge Araujo Reply:
março 6th, 2010 at 23:10
Em um caso destes o mais adequado seria que você fizesse um trackback na sua postagem, que seria exibida nos meus comentário.
Fica a dica.
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Tive ciência deste espaço para debate no blog ” Pensando Direito”.
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