Categorias
Novato

Concurso para Juiz do Trabalho – sugestão de bibliografia

Surgiu entre colegas um ranking das obras básicas para estudar para o concurso (vale também, guardadas as devidas proporções para os concursos de Auditor do Ministério do Trabalho, Ministério Público do Trabalho, Procurador do INSS, etc.).

Vai aí a lista:

Direito Material:  Curso de Direito do Trabalho, Maurício Godinho Delgado, LTr.

Processo do Trabalho: Curso de Direito Processual do Trabalho, Carlos Henrique Bezerra Leite, LTr.

Processo Civil:

[xyz-ihs snippet=”ConcursoII300x250″]

Constitucional: Direito Constitucional, Alexandre Moraes, Atlas Editora.

Administrativo: Direito Administrativo, Maria Sylvia Zanella Di Pietro, Atlas Editora.

Acidente de Trabalho: Indenizações por acidentes de trabalho, Sebastião Geraldo de Oliveira, LTr.

Responsabilidade Civil: Programa de Responsabilidade Civil,  Sérgio Cavalieri Filho, Malheiros.

Por Jorge Alberto Araujo

Jorge Alberto Araujo é Juiz do Trabalho e master em Teoria da Argumentação Jurídica pela Universidade de Alicante, Espanha. Titular da 5a Vara do Trabalho de Porto Alegre/RS.

11 respostas em “Concurso para Juiz do Trabalho – sugestão de bibliografia”

Olá,
Gostaria de contribuir para a ,lista de livros indicados, especificamente sobre Direito Processual do Trabalho, tenho lido dois que saíram esse ano: Manual de Processo do Trabalho, do professor Leone Pereira, com quem tive a honra de ter aulas no cursinho preparatório para magistratura do trabalho, exclenete didática e sempre aprofundando em questões importantes; o outro é o Direito Sumular TST Esquematizado, do Bruno Klippel, com todas as súmulas do TST comentadas, também bem didático e completo, ambos são pela editora Saraiva, que parece estar apostando em um “layout” de livros com palavras chave em negrito, cores diferentes, esquemas de resumo, a leitura fica realmente mais agradável.
E gostaria de saber a opinião de vocês sobre uma indicação de doutrina para Direito Administrativo, pois estou usando Hely Lopes Meirelles, brilhante, mas muito profundo, não sei até que ponto é o melhor para esse concurso…
abraços.

Passei por aqui, me incutiu o ânimo.
tópico tão importante não pode ficar tanto tempo parado.

Primeiramente, Gostaria de me identificar, me chamo Rodrigo Florentino, sou de São Paulo capital, a pelo menos 8 meses sou leitor deste blog, apesar de nunca aparecer nas discuções, gostaria de parabenizar seu autor por esse espaço.

Trata-se de uma aproximação prazerosa entre pessoas que compartilham da mesma afinidade, o Direito do Trabalho e tudo que imetiata ou mediatamente a ele se liga.

Acho as obras sugeridas aqui fantastícas, gostaria de saber se há a possibilidade de serem lançadas aqui novas sugestões bibliográficas, na area de Direito Constitucional, Direito Civil, Direito Processual Civil, e claro, Direito do Trabalho e Processual do Trabalho.

Recentemente meu irmão passou no concurso para juiz do trabalho substituto da 2 região, lembro-me que no ultimo encontro de familia, quando ainda estava estudando para as fases iniciais do concurso, ele me confidenciou um caminho a ser trilhado. in verbis: “Teoria Geral, estude muito teoria geral”.

No momento participa da escola da magistratura aqui da 2º região, e em setembro irá para a enamat em Brasilia.

Se Você Jorge Araujo pudesse me indicar, que outras obras me ajudariam nesse mister de seguir nessa carreira brilhante que é a carreira da magistratura trabalhista?

Obrigado,

Rodrigo Florentino

@Rodrigo Florentino,

Atualmente estou trabalhando na minha dissertação, por isso não estou muito atualizado em bibliografia (tem surgido muita coisa em Direito do Trabalho e acho leviana uma indicação sem, pelo menos, uma leitura um pouco mais acurada).
No entanto estão nos meus planos começar a dar cursos preparatórios e para isso atualizarei a minha bibliografia, embora minha intenção seja sempre continuar prestigiando autores estrangeiros, em especial do Mercosul, pelo menos complementarmente.

Singela observação: cargo de procurador do INSS (integrante dos quadros do INSS) não existe mais.

Hoje há, no âmbito da AGU (Administração direta) a Procuradoria-Geral Federal, composta de procuradores federais, que é encarregada da defesa e assessoria jurídica de todas as autarquias (salvo BACEN, mas incluindo INSS).

Abraço

@Jorge Araujo,

Olha, não posso dizer como era antes, mas pelas histórias que ouço, a separação da advocacia das autarquias foi um significativo avanço.

Independência técnica era algo que passava ao largo das procuradorias autárquicas…

abraço

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.