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Cãozinho covardemente assassinado.

O assunto de hoje na Twittosfera e que deixou dezenas de twitteiros e blogueiros revoltados é o assassinato de um cãozinho gravado e colocado no YouTube por um garoto.

Importante observar que o massacre ocorreu com um animalzinho que se percebe extremamente manso, certamente de alguma criança, e que estava, apenas, querendo brincar com os covardes animais que, ao final, se apoderam de alguma coisa que o animal tinha em torno do pescoço (uma coleira especial?)

O sádico assassino (e seus comparsas) está, neste momento, sendo investigado por dezenas, quem sabe centenas de internautas e, certamente, em breve será encontrado.

Com certeza isso não reduzirá a violência, ou evitará uma notável e crescente tendência à brutalidade que estamos percebendo na juventude, causada sabe-se se lá se por drogas, famílias desestruturadas ou seja lá o que for.

No entanto será um marco do novo jornalismo de internet, pós-jornais, pós-diploma, e com a participação de todos os cidadãos. Com certeza as centenas de pessoas que agora estão olhando nauseadas as brutais cenas do vídeo gostarão, e muito, de acompanhar todos os passos do processo judicial que venha a responder o covarde bandido, exigindo os rigores da lei na fixação da pena, quem sabe fiscalizando inclusive o seu cumprimento (quem sabe algum tipo de prestação de serviços à comunidade em um abrigo de animais, fiscalizado ao vivo pela Internet, já que, infelizmente, o crime tem uma pena demasiado branda para a sua brutalidade).

Nos últimos instantes fui informado, via Twitter, que o criminoso é do Rio Grande do Sul. Estou aguardando a informação acerca dos seus dados para, em se confirmando esta informação, repassá-los ao Ministério Público do Estado para as devidas providências.

Quem quiser assistir ao vídeo, que foi banido do YouTube, pode acessá-lo no VídeoLog. Desde já advirto que as cenas são fortes e revoltantes.

Abaixo imagem extraída do vídeo com foto do assassino.

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O assassino. Procura-se.

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Publicado por Jorge Alberto Araujo

Jorge Alberto Araujo é Juiz do Trabalho e master em Teoria da Argumentação Jurídica pela Universidade de Alicante, Espanha. Titular da 5a Vara do Trabalho de Porto Alegre/RS.

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5 comentários

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  1. Diante de uma cena desta naturalmente eu pediria a execução em praça pública. Bem provavel que eu me candidatasse a algoz e o faria com o mesmo requinte de crueldade usado contra o animal. Provavelmente eu tentaria mesmo é ser mais cruel com ele do que ele foi com o animalzinho.

    Só me pergunto porque um cachorro e não um leão. A resposta é óbvia demais. Um leão é brutalmente mais forte. Como é o caso do marginal (e não é ele um marginal?) em relação ao animal. Quantos casos de violênca temos em que o mais fraco agride o mais forte, sendo ele o que da inicio a agressão? Uns 99,99% da violência que vemos ai é meramente o mais forte se aproveitando do mais fraco, seja força física ou atravé do uso de uma arma (que o torna mais forte). E mais, é estimulada pela impunidade do país.

    Eu tenho certa simpatia pelos EUA visto que um caso deste, ou qualquer outro onde alguém mais forte agride um mais, é severamente punido independente da idade. A ilha prisão de Cuba que Lula tanto adula pune quem tem 16 anos. No Brasil, com 17 anos, fazendo o que quiser aos 18 anos sua ficha é limpa e nada foi feito, ou seja, eu que segui a lei e um marginal que matou 100 pessoas, ao completarmos 18 anos somos exatamente iguais.

    Não, o Brasil não esta no caminho certo com o tal ECA. Ao contrário, esta andando na contra mão e pior, para o caminho errado.

  2. Nem quis ver.

    Todo psicopata inicia seu reinado treinando em animais. A crueldade e a bestialidade que, no futuro, se reverterá contra a sociedade poderia ser extirpada de nosso meio se aqui no Brasil as leis fossem feitas para proteger o cidadão ao invés do bandido.

    Fique certo de uma coisa; no futuro, ainda ouviremos falar muito desse “cidadão”.

  3. A cena é realmente chocante, uma covardia indescritível.
    Os comentários abaixo não tiram a culpa dos jovens, é somente uma constatação minha e até peço desculpas pelo pessimismo.
    Não podemos comentar essa cena isoladamente, ela não faria sentido algum.
    Levar esses jovens a julgamento e a cadeia, joga-los contra a opinião publica não ajudará em nada a sociedade, seria pura vingança, vingança essa que talvez nos fizesse seres pior que eles e não estaríamos atacando as causas dos problemas.
    Se compararmos a atitude desses três imbecis com os dois HC que o Gilmar Mendes deu para o Dantas, com as vendas de sentenças e abuso de poder de alguns Juizes, com delegados e policiais envolvidos com ladrões e criminosos, com o roubo desregrado de dinheiro publico pelos políticos, com o que fizeram com os Delegados Protógenes e Lacerda, com o comentário inoportuno do Presidente da Republica quando protegeu o Senador Sarney “ele não pode ser julgado como uma pessoa comum” , fatos esses sabido até pelo reino mineral, como diria Mino Carta, passaríamos até a crer que estes três garotos são pessoas de boa índole.
    Antigamente tínhamos a sensação de impunidade no País, hoje temos a certeza dela, então fica difícil acreditar que essas cenas acabarão ou diminuirão, é certo, ou pelo menos, tudo leva a crer que veremos em maior numero, e com maior perversidade, pois, os exemplos que vem de cima não é nada bom.
    Quem assistir ao filme MAD MAX com Tina Turner e Mel Gibson pode ter uma visão clara do futuro não tão distante, se nada for feito, quem já assistiu sabe do que falo.

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