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Chacrinha - via O Globo

Se o grande Abelardo Barbosa, o Chacrinha, já dizia que “quem não se comunica, se trumbica”, podemos ter certeza que por falta de comunicação não será que o Ministério da Saúde irá se trumbicar com a Gripe A (H1N1).

Conforme informações postadas como comentários no artigo sobre o assunto do blog, a Assessoria de Comunicação do órgão indica o endereço da sua página exclusiva em que poderão ser encontradas informações oficiais e atualizadas sobre o tema, além de registrar a existência de perfis no YouTube, Twitter e Orkut.

No perfil do Orkut há informação atualizadíssimas que referem a existência neste momento de 16 casos suspeitos em oito estados além dos 10 já confirmados, o último de um cidadão carioca que esteve nos Estados Unidos nos últimos dias.

A postura do órgão deve ser aplaudida. Em primeiro lugar por demonstrar a conexão de sua Assessoria de Imprensa com os novos meios de comunicação. Além disso a aparente pouca agressividade do vírus da gripe que ora ataca a população mundial, deve ser tratada com cuidado, até porque se refere que também na grande epidemia de Gripe Espanhola de 1918, que vitimou uma parcela importante da população mundial (chega-se reportar cerca de 40 milhões de mortes), o vírus se apresentou inicialmente sem grande força, tendo uma mutação repentina sido a causadora das inúmeras baixas.

Segundo a Wikipédia a epidemia então teria tido três “ondas”:

  • A primeira, mais benigna, até agosto de 1918;
  • A segunda, de extraordinária gravidade, do outono a dezembro ou janeiro, tendo afetado uma grande parte da população e com taxa de letalidade de 6 a 8%;
  • A terceira e derradeira de fevereiro a maio de 1919.

Abaixo peça publicitária do Ministério da Saúde, que está sendo veiuculada na televisão e se encontra disponível no seu canal no YouTube.