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Não é tarefa fácil julgar se de fato houve ou não trabalho escravo na propriedade rural da qual é sócio o pai do falecido piloto Ayrton Senna.

O certo, contudo, é que a fazenda foi objeto de fiscalização pelo Ministério do Trabalho e que ali foram identificadas diversas irregularidades.

No entanto em se tratando de trabalho em condições análogas a de escravo é interessante se dar uma olhada no artigo de Lúcio Lambranho para o Ig, no qual, ademais de traçar uma radiografia da situação da propriedade ele relembra um caso célebre, que foi tratado pelo nosso blog relativo à comissão criada no Senado Federal para investigar a ação dos Fiscais do Trabalho na Fazenda Pagrisa.

Conforme a reportagem o trabalho deu em nada. Ou seja: ou acabou o interesse do Senado pelo caso, ou por serem verdadeiros os casos os senadores “investigadores” não quiseram mais se envolver.