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Muitos me perguntam e eu, honestamente, não tinha uma resposta adequada acerca do custo de um trabalhador para o empresário. Busquei me informar acerca disso com um contador que atua na Vara de Lagoa Vermelha, especialista na área, perito contábil.

Para que o valor fosse absolutamente honesto solicitei que fossem considerados apenas os valores que, de forma alguma se destinam a remunerar o trabalhador. Assim, por exemplo, não se pode considerar como custo a gratificação de Natal, as férias com acréscimo de 40%, repousos, etc., haja vista que todas estas verbas, FGTS inclusive, revertem em favor do trabalhador em algum momento da relação, ainda que no seu término.

Desta forma informou-me o contador que o valor efetivamente despendido pelo empresário para a Previdência por empregado é em torno de 28,8%

Os encargos com Previdência Social podem chegar até 28,8% para as empresas não optantes do Simples sendo:

20% – Cota Patronal

De 1% a 3% – Alíquota RAT – De acordo com a atividade da empresa

De 4,5% a 5,8% – Contribuição para Terceiros

Bem verdade que da sua remuneração o trabalhador contribui, também, com Previdência e Imposto de Renda, no caso de ultrapassar a faixa de isenção, mas isto não pode ser considerado como custo do empregador.

Quem tiver outra visão, por favor sinta-se à vontade para referir, pois a pretensão deste artigo, longe de ser definitivo, é o de provocar mesmo esta discussão.