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O fenômeno e os travestis

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A sexualidade dos famosos não diz respeito a absolutamente ninguém, exceto a eles mesmos. No entanto é normal que se provoque uma certa curiosidade quando um ídolo é flagrado em uma situação embaraçosa, principalmente se isso envolve relacionamentos ainda considerados pouco convencionais.

Não seria esperar demais do jogador Ronaldo Nazário uma certa discrição, quanto mais que recentemente já houve o caso de outras “celebridades” envolvidas com travestis em uma situação muito semelhante (ou seja os aotres Rômulo Arantes Neto e Lui Mendes). Além de outro caso, um pouco mais antigo, mas que ganhou muito mais notoriedade, do ator inglês Hugh Grant e da prostituta Divine Brown, que mais tarde foi considerado por alguns críticos como mais positivo do que negativo para a carreira do ator.

Independentemente da quantidade ou gênero o trato com profissionais do sexo deve ser considerado sensível para pessoas famosas. E nada justifica, pelo menos para o cidadão comum, que pessoas que tem uma legião de fãs e muito maior facilidade para obter sexo gratuito, que se socorra de profissionais das calçadas para saciar os prazeres da carne. Quanto mais quando os atributos da parceira (ainda abstraindo-se o gênero) não correspondam aos padrões de beleza feminina.

Ressalve-se, talvez, a célebre frase do ator norte-americano Jack Nicholson ao ser indagado porque se envolvia com prostitutas fornecidas por uma famosa cafetina: “Eu não as pago para fazer sexo comigo, pago-as para irem embora.”

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