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Rodoviária de Porto Alegre – postos e telefone

Hoje precisei acessar a página da Estação Rodoviária de Porto Alegre pelo celular para me certificar da existência do Posto de Atendimento do Moinhos Shopping, no qual eu pretendia efetuar a troca de uma passagem.

Para minha surpresa o site é feito em flash, ou em outra linguagem qualquer o que o torna inacessível para smart phones e outros dispositivos portáteis.

Assim, visando preencher esta lacuna resolvi publicar no blog o telefone e principais pontos de atendimento da Estação Rodoviária, o que será útil, pelo menos até que a própria empresa atualize a sua página.

Telefone: (51) 3210-0101

Postos de atendimento:

Aeroporto – das 8h às 21h

Cachoeirinha – de segunda à sábado, das 10 às 22h e aos domingos das 14h às 20h. Endereço: Shopping do Vale, Loja 43, Av. Flores da Cunha, 4001, Cachoeirinha – RS

Centro de Porto Alegre – de segunda à sábados das 07h às 19h. Endereço: Avenida João Pessoa, nº 433, Bairro Cidade Baixa

João Pessoa – de segunda a sábados, das 10h às 22h e aos domingos, das 14 às 20h. Endereço: Av. João Pessoa, 1831, loja 301. 2º andar, Shopping João Pessoa

Lindóia – de segunda a sábado, das 10h às 22h. Endereço: Lindóia Shopping Center, Quiosque 01

Moinhos Shopping – de segunda à sábado, das 10 às 22h e aos domingos das 13h às 19h.  Endereço: Rua Olavo Barreto Viana, nº 36 – Loja 108F. 1º andar, Bairro Moinhos de Vento

Petrópolis – de segunda a sexta, das 08h às 19h aos sábados, das 08h às 18h. Endereço: Rua Protásio Alves, nº 3240, Loja 04, Bairro Petrópolis

Zona Sul –  de segunda à sábados, das 08h às 19h. Endereço: Rua Folha da Tarde, 09 esquina Wenceslau Escobar, Bairro Cristal

Rodoviária de Canoas – de segunda à sexta, das 07h às 19h, sábados  das 07h às 19h e aos domingos e feriados, das 09h às 18h. Endereço: Rua Sete Povos – esquina BR 116 – Centro, Canoas – RS

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Vôos internacionais, aeroportos, líquidos, etc.

Como muitos dos meus leitores sabem, eu quase que semanalmente (para não dizer que é de fato semanalmente) viajo de Porto Alegre para Montevidéu, onde estou fazendo um mestrado, além de já ter pego, de surpresa, um vôo internacional para um trecho doméstico – como Porto Alegre é na ponta do Brasil, não é incomum que um vôo com destino a Buenos Aires, Punta de Leste, Montevidéu, etc. tenha uma escala aqui.

Assim eu já tenho mais ou menos decoradas as respostas para as perguntas do “pessoal de segurança” das empresas. No entanto quando pego um que me acha metido a espertinho porque já sei as respostas, ele trata de fazê-las ainda mais acuradamente.

No início eu me irritava, ao ter que afirmar: “claro que eu não carrego explosivos, armas, etc.

No entanto com o passar do tempo, após ver uma série de pessoas, que haviam sido interrogadas da mesma forma que eu, e respondido idem, serem barradas carregando vidros gigantescos cheios de líquidos, martelos, alicates, e outras ferramentas e apetrechos francamente inacreditáveis eu passei a ter mais respeito e consideração pelas pessoas.

Não esqueçamos que quem tem a responsabilidade pelos turistas estrangeiros é, via de regra, a companhia aérea, pelo que é até esperado um certo exagero nos cuidados, principalmente tendo-se em conta que a margem de lucro é relativamente baixa e a constante subida do petróleo está estrangulando ainda mais os seus ganhos.

De outra banda, por andar circulando bastante por aeroportos, tenho constatado que as pessoas – turistas, principalmente, e de qualquer nacionalidade – são especialmente grosseiras quando em viagem, o que se pode atribuir desde ao estress do vôo, desprezo pelas outras etnias e culturas, até a sensação de impunidade social em virtude de tratarem com pessoas que provavelmente nunca mais verão.

Se eu como turista, ainda que meio habitual, já tenho percebido isso, imagino o grau de estress pelo qual passa o pessoal de aeroporto que convive diariamente com este tipo de situação, muitas vezes tendo que atuar, como qualquer outra pessoa que desempenha papel de repressão ou fiscalização: com energia, o que às vezes pode passar por grosseria.

Ademais terroristas, creio eu, podem, e devem, ter uma cara bastante agradável. Até porque os terroristas que têm isso estampado na cara, não tendem a ter muito sucesso na sua carreira.

Por isso tudo acho que devemos, ou nos preparar para estes dissabores com bastante bom humor, ou nos conformarmos em ficar nas nossas casas, ou apenas circular pelos estados vizinhos, de carro, ou cuidando para não tomar um avião internacional “de passagem”.

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De Rosário do Sul a São Jerônimo

O mundo é dinâmico e mesmo situações que achamos que já se encontram consolidadas se alterem de uma hora para outra. Trabalhar em Rosário do Sul, cidade onde vivi parte de minha infância, era um projeto antes mesmo de eu ter idéia de quando seria promovido ou resolver ir mais para perto da fronteira para fazer meu mestrado no Uruguai.

Inclusive forma e motivos através dos quais me candidatei à remoção para a Vara de São Jerônimo, que agora não cumprem examinar, podem conduzir a qualquer conclusão que suponha a existência de destino ou outras forças que conduzem nossas decisões em lugar ou ao lado de nós mesmos.

Em Rosário do Sul eu pude, graças às condições especiais da cidade, me dedicar, ao mesmo tempo, a prestar uma atividade jurisdicional de qualidade – ou pelo menos o meu máximo – ao mesmo tempo em que me dediquei ao estudo do mestrado. Ou seja o que muitos colegas fazem com afastamento da jurisdição eu fiz em benefício dela.

Claro que tenho muito a agradecer ao excelente corpo de servidores que atuam na Vara que, embora não façam café pela manhã – nem mesmo depois de eu ter comprado aquela linda cafeteira automática de Rivera -, têm um conhecimento amplo dos processos sob a sua responsabilidade, possibilitando um trâmite rápido e efetivo das ações ali em andamento.

Por igual os advogados que atuam no município, em especial os ligados à Seccional rosariense, presidida pelo Dr. Ricardo Pietro, fazem com que Rosário do Sul seja a melhor vara trabalhista do Rio Grande do Sul, não em virtude de seu reduzido número de processos, mas, e principalmente, pela condução sempre franca e leal que fazem das suas demandas, não raro solucionadas antes mesmo do seu ajuizamento, motivo principal do reduzido número de reclamatórias que ora ameaça extinguir a unidade judiciária por tanto tempo vindicada e batalhada por sua população.

Deixo Rosário do Sul, mas não deixo a luta pela manutenção da sua Vara do Trabalho, de seus servidores, da possibilidade de se contar com um Juiz Titular que, como eu e os que me precederam, conheça a cidade, os servidores e advogados pelo nome. A instalação da Vara do Trabalho de Rosário do Sul foi uma conquista de sua população, de sua honrosa, ativa e sempre prestigiada classe política.

Transferir-me agora para São Jerônimo, muito mais próximo de Porto Alegre, onde voltarei a fixar minha residência, é um desafio novo. O número de demandas, embora bastante inferior ao da capital e de outras cidades da região metropolitana, não significa menor quantidade de trabalho consoante informações de colegas que me precedem, tampouco melhor qualidade de vida, uma vez que, ao que consta, a viagem Porto Alegre – São Jerônimo leva em torno de 50 minutos, o que, somado aos cerca de R$ 15,00 de pedágio (dois na ida, um na volta), não são uma notícia muito animadora.

Por fim não dá para esquecer que agora sou um professor desempregado, já que tive que pedir demissão da URCAMP, sem ter podido sacar o FGTS ou ganhar o seguro-desemprego. Aliás se alguém souber de alguma universidade na região metropolitana necessitada de professor de Direito e/ou Processo do Trabalho, por favor não se acanhem de me indicar.

Abaixo um mapa que mosta o deslocamento feito entra as Varas de Rosário do Sul e São Jerônimo.

Exibir mapa ampliado

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Argentina: roteiro da viagem

Feira de San Telmo
Feira de San Telmo

Como meus leitores mais assíduos sabem eu estive na última semana na Argentina. Foi uma viagem de turismo puro, com direito a muitas compras de roupas, já que, sabendo dos baixos preços das roupas masculinas na capital portenha, e em virtude de alguns problemas de fluxo de caixa, estava há mais ou menos dois anos sem comprar roupas novas.

Abaixo algumas dicas para viajantes que estão indo ou planejando viajar ao país, como o meu amigo Cardoso, que está de bilhetes comprados para uma apresentação dos novos produtos da Nokia<inveja> com todas as despesas pagas</inveja>.

Primeiras impressões, como chegar

Logo no desembarque no aeroporto de Ezeiza está o primeiro grande “pega ratão”: há uma agência de câmbio bem prática, junto com a esteira de bagagens. O detalhe é que a taxa praticada é de 1,30 pesos por Real, enquanto se pode encontrar taxas de até 1,71 pesos por Real, sendo que a dica que me deram, intempestivamente, foi a de fazer a troca nos quiosques do Banco de La Nación que, pelo menos no aeroporto, praticaria as melhores taxas.

A seguir nova facada, agora no táxi. O aeroporto parece não ter táxis especiais, então tomei um táxi comum que me cobrou um preço fixo (Ezeiza é um município distinto de Buenos Aires) de 110,00 pesos até o Centro (próximo à Calle Florida). Posteriormente me informei e o valor praticado pelos táxis comuns de Buenos Aires até Ezeiza é de 80,00 pesos, sendo, portanto, esta faixa de valores um bom referencial ao contratar um transporte para tal viagem.

Lugares para ficar, acomodações

Galerias Pacífico
Galerias Pacifico, vista do interior.

Me hospedei em um hotel próximo a Calle Florida (tipo de uma Rua da Praia, para os gaúchos, ou um calçadão para os demais brasileiros), reservado através da Internet (Booking.com) e deu tudo certo. Exceto no que diz respeito ao preço, mas mais por desatenção minha: o preço do IVA não estava incluído no preço apresentado na página, sendo que o seu valor de 21% não é nada desprezível. Vale a pena conhecer a Calle Florida e o shopping Galerias Pacífico, que fica ali. Na rua shows de tango, músicos (de razoáveis a bons) e artistas disputam o caminho com promotores da lojas que vão tentar, de qualquer forma, lhe fazer adquirir uma roupa de couro.

Tango na rua
Calle Florida, artistas do Tango.

Compras

Não me decepcionei com os preços das roupas e pude dar uma renovada no enxoval, principalmente com roupas tipicamente de trabalho, já que há uma grande concorrência entre marcas masculinas conceituradas como Christian Dior, Christian Lacroix e Cacharel. Há também outros estilistas como Ralph Loren, Ermenegildo Zegna, dentre outros, mas com preços menos convidativos.

É importante para quem está pensando em comprar roupas programar para o fazer durante os primeiros dias da estadia, uma vez que as lojas fazem ajustes gratuitos, ou muito baratos, inclusive em ternos, entregando às vezes até no dia seguinte. Conversando antecipadamente algumas lojas fazem a entrega no hotel do cliente, o que permite a continuação do passeio sem se ter que preocupar com as sacolas.

Dinheiro, câmbio e outros problemas financeiros

A questão de dinheiro cash fica muito melhor resolvida através de saques em caixas eletrônicos que têm tanto as bandeiras Maestro quanto Visa Plus, que eu acredito que representem quase a totalidade dos bancos brasileiros. Há o pagamento de uma pequena taxa, mas o saque é feito na moeda local e com a cotação oficial, o que representa uma economia importante.

Infelizmente a Caixa Econômica Federal, que é um dos bancos que trabalho, não permite o saque internacional e o Bansicredi tem um limite de 600,00 pesos (admite que sejam feitos diversos saques observando o limite da conta, mas cada um taxado individualmente). O melhor é confirmar antes da viagem com o banco e, por precaução, levar dinheiro em espécie (as casas de câmbio trocam reais, não sendo, pois, necessário pagar comissão dupla para comprar dólares ou euros antes de viajar).

O comércio na Argentina quase que integralmente aceita todos os cartões de crédito, além de dólares e euros, mas dificilmente aceitam reais.

Internet

Há muitas redes Wi-Fi, praticamente em todo o Centro, restaurantes, shoppings, etc. Não sei porque eu tive uma certa dificuldade de conectar através do celular (não levei notebook). Minha assinatura é da Claro e cheguei a efetuar e receber ligações (completamente às escuras, pois não cheguei a checar o seu valor, o que pode ser feito diretamente na página da Claro). Quase no final da viagem descobri que era possível também conectar através do Claro Dados, sendo que o valor do kilobyte em comparação com o das ligações telefônicas até que não é tão proibitivo, em se comparando com o das ligações, principalmente tendo-se em conta que é possível se comunicar com um certo grau de conforto através dos sistemas de mensagens instantâneas GTalk e MSN, Twitter ou GMail.

Restaurantes, alimentação

Não fui no Puerto Madero porque fui previamente advertido que os preços dos seus restaurantes estão proibitivos. No entanto aproveitei para conhecer a Recova, um complexo de restaurantes que fica debaixo de um viaduto, no bairro da Recoleta. A agradável surpresa, contudo, ficou por conta do Las Cañitas, principalmente na e em volta da Calle Baéz, um belo conjunto de restaurantes sofisticados e de preço acessível.

Transporte, locomoção

Uma dica para quem quer conhecer Buenos Aires e economizar no táxi é usar o serviço de transporte gratuito dos shoppings centers. São vans que buscam os turistas nos seus hotéis e fazem, também, o transporte entre os estabelecimentos. Atendem aos shoppings Patio Bullrich, o mais sofisticado, Buenos Aires Design, meio caído, não recomendo, Paseo Alcorta, Alto Palermo e Abasto. Para pedir o serviço basta solicitar no balcão do hotel (concierge) e nos shoppings no serviço de atendimento ao cliente. Para retornar ao hotel através do serviço se exige a comprovação de gastos superiores a 300,00 pesos, algo em torno de R$ 200,00, no entanto para o traslado de um para o outro não há qualquer exigência, sendo que, por exemplo indo até o Patio Bullrich é possível sair e dar uma volta pela Recoleta. O número de atendimento do serviço é 5777-6027.

O horário de funcionamento dos shoppings é da 9h às 21h. As lojas do Centro funcionam no máximo até às 20h30min.

Uma outra dica importante em relação à locomoção é a utilização de bons táxis. Em Buenos Aires há muitos táxis falsos, ou trutchos, eu mesmo suei frio dentro de um que corria feito um louco naquelas largas ruas da 18 de Julio, sem sequer ouvir meus apelos para reduzir a velocidade. Assim não é demais sugerir que se utilize táxis vinculados a empresas de rádio táxi, uma que me pareceu bastante confiável foi a Radio Taxi Premium, cujos números são 5238-0000 e 4374-6666, que, inclusive, faz corridas até o aeroporto pré-fixadas em 80,00 pesos, quando partindo do Centro.

Estas são algumas dicas da minha viagem. O artigo não tem o objetivo de esgotar o assunto e tampouco sou um especialista no assunto. Entretanto achei que seria interessante compartilhar com os leitores algumas das minhas impressões. Este também não é um artigo pronto e acabado e é possível e até provável que eu retorne ao tema para acrescentar novas dicas, assim como são bem vindas dicas apresentadas pelos leitores, através dos comentários.

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Férias! Aeroporto: a viagem começa aqui.

05

A melhor forma de começar é pelo começo. E a viagem inicia pelo aeroporto.
Chegamos bem cedo para o embarque. Não lembro de ter comentado aqui, mas indo para Montevidéu já perdi dois embarques pelo atraso e em se cuidando de férias seria um péssimo começo.
Tendo chegado cedo, e de café da manhã tomado, a opção para passar o tempo é a livraria.
Um passeio por uma livraria sempre acaba sendo inspirador.
Dei uma olhada em um pocket da Martha Medeiros, em que o primi]eiro artigo é sobre a relação consumidor-vendedor. Muito bom. Apenas 12,00 reais. Ótima opção se eu não tivesse prometido a mim mesmo não ler nem estudar nada nestes sete dias.
Outro livro que vi é um sobre a família Bin Laden. Pelo que pude entender o autor faz uma análise cínica sobre a fortuna da família de um dos maiores terroristas modernos e a sua alegada luta religiosa que, em verdade, não seria bem isso.
Interrompi as leituras para blogar. E agora vou para o café.
Mais informações, mais tarde, via Twitter.