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Eu já disse que gosto de meias?

MeiasQuem acompanha o DeT há mais tempo já deve saber que um dos presentes que eu mais gosto de ganhar são meias.

Meias são um acessório talvez um pouco desprezado por muitos, mas é possível se sentir mais à vontade pelo simples fato de se estar vestindo um par de mais mais informal.

Além disso presentear (ou ser presenteado) com meias não envolve um aprofundamento tão grande na intimidade da pessoa como gravatas. Receber de presente meias que não são de nosso agrado não é tão desconfortável como receber gravatas esquisitas. Eu tenho um gosto muito seletivo para gravatas e dificilmente usaria uma gravata presenteada, as meias, pelo contrário, se o presenteado com elas não se satisfaz pode as guardar para usar em um outro momento, sem se preocupar, por exemplo, em a expor ou, o pior de tudo, ser perguntado pelo presenteador: E aí, já usou a minha gravata? Aposto que não gostou dela…

Bem esta introdução toda é para dizer que eu tive uma sorte imensa na brincadeira de amigo secreto que rolou entre meus amigos blogueiros. Sorte porque a Lu Monte foi sorteada com o meu nome e a minha sorte foi ganhei meias. Aliás um monte, da Lu Monte – vide da foto.

A Lu é uma menina muito bacana. É uma dos poucos blogueiros que acompanho e que não conheço pessoalmente. O Cardoso é outro, mas eu já me convenci que o Cardoso é apenas uma lenda e nem existe de verdade, assim como o Gravataí

Bom, mas voltando à Lu ela, assim como eu, tem formação jurídica, mas não fica falando sobre isso no blog, exceto quando precisa. Além disso não é raro eu encontrar o blog dela nos resultados do Google, seja quando estou querendo testar uma nova receita (sim, ela cozinha, e gosta), seja quando quero saber sobre algum filme ou livro.

Agora para comprovar que a Lu Monte é definitivamente gente boa basta dizer que ela ama gatos, tanto que escreve um blog sobre estas simpáticas criaturas e, como eu, tem dois, um branco e um amarelo.

Aliás eu tenho uma novidade: acabei de ultrapassá-la em número e variedade de gatos. Apresento o novo membro da família Araujo, James Wilson (ficou muito amigo do nosso outro gato, o Gregory House), mas ele atende melhor quando chamado de Mii. Como os demais ele foi adotado, foi encontrado pela minha mulher em uma estrada na Zona Sul, abandonado.

Ficamos com ele por alguns dias até encontrarmos um lar para ele, mas não encontramos nenhum outro melhor que o nosso próprio. Aí ele ficou…

Querida Lu, mais uma vez obrigado pelos presentes e um ano de 2011 repleto de alegrias e realizações para ti e para a família!!

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Dica de livro da semana

Depois de muito pesquisar em sites e páginas da web acabei me obrigando a comprar pelo Amazon.com o livro acima, Philosophical Papers: Volume 2, Philosophy and the Human Sciences (Philosophical Papers, Vol 2) (v. 2), esta obra, em especial o artigo do Professor Charles Taylor, Interpretation and the Sciences of Man[bb], que se encontra ali contido, foi utilizado por Thomas Kuhn para falar da aplicação de sua teoria às Ciências Sociais. Escolhi a opção de livros usados, através da qual já comprei pelo site em uma experiência exitosa. O tempo de espera é que é um pouco massacrante, mas por enquanto vou lendo, algumas partes, pelo menos, no Books do Google.

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Eu gosto de ganhar meias…

MeiasÉ época de Natal. E isso lembra festas, despedidas no trabalho, presentes e… amigo secreto.

Dia destes estava ouvindo na rádio alguns comentários sobre presentes que se devem e que não se devem dar de amigo secreto. Estava definitivamente prescrito o “vale”. No entanto na própria reportagem se fazia um equívoco indevido entre vales e “vales”.

Por exemplo não há presente mais sem graça do que um vale um CD de R$ 15,90. Isso significa que o seu “amigo oculto” (no Rio Grande do Sul chamamos “amigo secreto”) achava que você não valia mais do que este valor e você que se virasse para encontrar um CD que ali coubesse ou, pior, que complementasse o valor para comprar um que prestasse.

Agora se a “brincadeira” já fixou um preço então o vale no exato valor fixado revela uma extrema burocracia. Fico imaginando como é que funciona em uma cidade das dimensões de São Paulo se um indivíduo resolve dar um presente de uma loja que só tem no shopping lá da zona dele. Aí o infeliz do presenteado tem que pegar um ônibus ou carro, pagar o estacionamento do shopping, etc. apenas para trocar o vale-presente?

Ou seja se o valor é R$ 30,00 e o vale que se pretende dar é de exatos R$ 30,00, talvez seja melhor dar na forma do melhor vale existente, aquele que pode ser utilizado em qualquer lugar: o dinheiro.

Agora é bastante diferente um “vale” de algo que não é genérico, mas que significa um verdadeiro presente, como, por exemplo, um vale-massagem, ou um tratamento de pele. É um vale porque eu não posso ir lá fazer o tratamento de pele na pessoa na hora, ao contrário do CD, que eu poderia ter escolhido um que eu achasse bacana.

Eu pessoalmente sou bastante crítico com presentes e, via de regra, quando ganho algo de que não gosto, fico preferindo não ter ganho nada. No entanto tem gente que tem a estranha mania de dar presentes apenas para incomodar.

Um dia se fez uma lista para que se indicassem os presentes. Na época estava interessado em música clásica e então indiquei CDs de Mozart ou Bethoven, ganhei Dworak. Em outra oportunidade fiz uma lista de desejos em um site de vendas on line, ganhei um livro que não estava ali.

Ultimamente tenho gostado de meias. Não qualquer meia. Meias de algodão, ou preponderantemente de algodão, com algum detalhe. Pode ser uma barra colorida bem em cima, para não dar na vista, ou um xadrez discreto. Pretas e azuis para ocasiões mais sociais, cáqui ou bege para serem usadas com jeans ou com calças de sarja.

Não são caras e dá para encaixar facilmente em qualquer proposta de orçamento. E ao contrário das gravatas, meias podem ser usadas de forma discreta e, mesmo se não forem as mais bonitas, não são descartadas, podendo ser usadas, nem que seja em caso de as favoritas estarem indisponíveis.

Aliás dar (ou ganhar) gravatas é um grande mico. Principalmente porque quem resolve presenteá-las  via de regra não se atém a um tema, como cor ou padrão, e opta por coloridas e escandalosas, difíceis de combinar com as roupas já existentes.

Portanto meias, gravatas não!

Em todo caso, com meias ou gravatas, um Feliz Natal a todos os meus leitores e que os presentes sejam todos do seu agrado ou, pelo menos, venham com o cartão para a troca!