Mestrado e Doutorado da Unisinos nas redes sociais.

Para divulgar a Pesquisa e a Pós-Graduação, a Unisinos inaugura seu perfil ” Mestrado e doutorado Unisinos ” no Facebook.

Através deste perfil, a Unisinos postará dicas de qualificação profissional, informações sobre o mercado de trabalho, atualidades, indicações de livros e filmes, links para artigos e dissertações e teses, além de detalhes sobre os cursos de pós-graduação da Universidade.

Para ver estes posts no seu mural do Facebook, basta ter um perfil nesta rede social, buscar por “Mestrado e Doutorado Unisinos” e clicar em “adicionar como amigo” logo acima do nome.

Clicando na imagem você é direcionado para a página no Facebook.

Confira! http://www.facebook.com/profile.php?id=100001690821013.

Este artigo é um publieditorial.

Comunicação e ato judicial via Twitter na Inglaterra.

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Vários sites jurídicos estão noticiando que a Suprema Corte Inglesa permitiu que fosse intimado, via Twitter, um usuário anônimo, que se teria apropriado do nome de um blogueiro, Donal Blaney,  e estaria postando em seu nome.

A notícia original, pelo que pude apurar até o momento, é da agência Reuters. No entanto em uma pesquisa rápida na página do Poder Judiciário inglês não consegui encontrar qualquer referência ao fato.

Não me sinto confortável em dar uma notícia desta importância sem poder verificar na fonte. Assim se alguém conseguir confirmá-la, por favor me dê o link para que possamos recolher este importante precedente quanto ao uso das redes sociais para a prática de atos judiciais.

Atualização: Navegando pela página do blogueiro que seria o autor da ação encontrei mais alguns dados em relação ao processo, confirmando, pois, a sua existência. Acredito que é algo que deve ser melhor pesquisado e trabalhado por quem estuda a relação Direito x Internet. Fica a sugestão.

Atualização2: Agora o link foi sugerido pelo @HélioMiguel que refere um debate interessante sobre o ocorrido: Court serves injunction via Twitter.

Meu Twitter é um sucesso, menos lá em casa!

Depois da publicação na Gazeta do Povo do Paraná da nossa iniciativa em manter o primeiro Twitter de uma unidade judiciária, encaminhei à Assessoria de Imprensa do TRT o link do artigo online, que foi repercutida inclusive pelo advogado Dr. Alexandre Atheniense em seu blog.

No entanto, para minha surpresa, nas duas edições seguintes do clipping do Tribunal nada constou.

Hoje entrei em contato com a Administração e fui informado que a questão atinente ao @VTSJer está sob análise do Comitê de Segurança de Informática, que é também o responsável pelo bloqueio de páginas da Internet, como os perigosíssimos Homem na Cozinha e  Ladybug Brasil.

Mágoas à parte até é possível entender a cautela. Pouca gente entende o Twitter, aí incluído também o pessoal da TI do Tribunal. Tanto que não temos, ao contrário das páginas dos Tribunais Superiores, sequer FEEDs de nossas notícias.

Dia destes um colega me pediu algumas explicações sobre o microblog, o que me fez preparar uma pequena palestra para explicar  não só o Twitter, mas as redes sociais em geral e a importância da inserção também dos órgãos públicos nestas.

A palestra ainda está em fase de elaboração e contribuições são bem-vindas.

Rede Globo e limitação dos direitos do empregado

Diante da notícia de que a Rede Globo está limitando a utilização, por seus contratados (leia-se empregados, assim reconhecidos ou não), de blogs e outras redes sociais como Facebook ou Twitter, me surgiu a dúvida acerca desta possibilidade. 

A medida me parece uma limitação da liberdade dos trabalhadores e, portanto, deveria, pelo menos ser contratada e, por conseguinte, remunerada. 

Ou seja apenas seria possível se a sua vigência se restringisse aos contratos futuros. No caso dos contratos em vigor, por outro lado, me parece que deveria haver um aditamento contratual e, conseqüentemente, uma quantificação desta limitação. 

O que parece aos leitores? 

Posted via email from jorgearaujo’s posterous