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Lie to Me – todas as temporadas

Lie to Me é um seriado estadunidense sobre um psicólogo especializado na detecção de mentira através da leitura das expressões faciais das pessoas. É inspirado no cientista Paul Ekman, que desenvolve, efetivamente, pesquisas neste campo. Os episódios são bastante ilustrativos sobre o tema da detecção da mentira e podem servir ao menos de princípio de estudo para quem tem interesse no tema.

1a Temporada Completa

2a Temporada Completa

3a Temporada Completa

Source: wp.clicrbs.com.br via Jorge on Pinterest


As três temporadas de Lie to Me.

1a Temporada Completa

2a Temporada Completa

3a Temporada Completa

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Barack Obama fará discurso na Cinelândia

O presidente estadunidense Barak Obama falará para os brasileiros na próxima semana na Cinelândia, no Rio.

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Líbia: A história é escrita pelas corajosos.

Pilotos líbios desertam
Pilotos líbios que se recusaram a bombardear os populares revoltosos aterrisam em Malta.

Me causa uma profunda comoção ver a notícia de que dois militares líbios desertaram, conduzindo suas aeronaves para o país vizinho, de Malta, ao se recusar a cumprir as ordens do sanguinário ditador de bombardear os populares que se manifestam contra ele.

Não se trata de uma deserção pura e simples. Ao se negar a lançar bombas sobre os cidadãos de seu povo (pessoas desconhecidas) e se abrigar em um território estrangeiro os militares tomaram uma decisão que lhes pode repercutir em muito para o futuro. Estarão, a partir de então, afastados de seus familiares que ficarão em um país em conflito,e os ditadores não costumam ser clementes sequer com crianças, quanto menos com os demais parentes dos desertores.

Ontem mesmo eu fiz uma doação (simbólica é verdade) de R$ 15,00 para que a Avaaz possibilite aos cidadãos dos países revoltosos que se comuniquem com o mundo através dos meios que lhe serão alcançados. Informação é importante, assim como solidariedade.

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O Egito e as Mídias Sociais. #egypt

Marcha do Milhão no Cairo
Marcha do Milhão no Cairo

Ontem li um artigo recomendado no Buzz da Lady Rasta que questionava a utilização das redes sociais, em especial do Twitter e do Facebook como meio de mobilização em revoltas populares.  O texto, de Tiago Dória, faz referência ao fato de muitos governos totalitários já estarem começando a se valer das informações do Facebook e Twitter para monitorar cidadãos, verificando as suas posturas políticas (em especial através do botão “curtir” do Facebook), além de estarem se infiltrando nestas mesmas redes, de forma a criar perfis de apoio aos regimes e de implantação de boatos.

Não tenho dúvidas que as redes sociais passarão, se já não passaram, a se tornar estes meios aos governos autoritários. No entanto também é verdadeiro que elas permitem às populações mais do que nunca compartilharem informações, posturas e opiniões, sendo que dificilmente um governo que perde a sua popularidade conseguirá superar ao grito dos inconformados.

Aliás Abrahan Lincon já dizia:

“Pode-se enganar todas as pessoas por algum tempo e algumas pessoas durante todo o tempo. Mas não se pode enganar todo o mundo por todo o tempo.”

E manter blogueiros e twitteiros pagos não consegue, nem aqui nem na China, ter, nem de perto, o mesmo entusiasmo daqueles que de fato acreditam no que estão fazendo.

Hoje, por exemplo, na vinda para o trabalho ouvi na BandNews a entrevista do Ricardo Boechat com o embaixador do Brasil no Egito e a referência do diplomata à ação do Google em permitir o acesso ao Twitter pelos telefones celulares, recebendo e retransmitindo mensagens por voz e as transformando em mensagens de texto com a hashtag #egypt.

É, sem dúvidas, uma atitude corajosa do Google, de se posicionar politicamente, nem que seja para proporcionar um meio de comunicação de massa efetivo para uma população em conflito.

Eu sou um democrata e me emociono com estas situações. Tanto que já assinei a petição da Avaaz e estou acompanhando de perto o desenrolar dos acontecimentos, desejando a todo o povo do Egito uma solução pacífica para a situação.

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Manifeste-se contra a exploração dos trabalhadores.

A Avaaz.org, a mesma organização internacional que comandou a mobilização popular pela Ficha Limpa no país está com uma nova bandeira: ela quer que a Western Union reduza as taxas que cobra para os trabalhadores emigrantes enviarem dinheiro para as suas famílias, em seus países.

Conforme o seu site Josh, um estudante queniano residente na Holanda, juntou todas as economias de um ano de trabalho e as enviou para casa, para ajudar a sua família de 10 parentes que passa necessidade. No entanto, de todo o valor enviado, a  Western Union, uma das empresas que monopoliza as remessas internacionais de dinheiro, reteve 20% do valor  destinado à família do Josh através de taxas abusivas.

Conforme a Avaaz o valor é muito superior ao recomendado pelo Banco Mundial, de 5%, e os valores destinados pelos emigrantes aos seus familiares nos países pobres supera em muito os valores que são destinados pelos países ricos para estas economias.

E não precisamos nem ir muito longe para ver isso. Em países de emigração, como o Uruguai, é impressionante o número de franquias da Western Union, certamente de olho nas remessas dos nacionais aos seus familiares.

Se você acha que é importante fazer algo a este respeito pode assinar a petição online que está sendo preparada pela Avaaz.org.

Dá, inclusive, para aproveitar e assinar também uma outra, destinada a interromper a pressão que está sendo colocada sobre o cidadão australiano responsável pelo site WikiLeakes e seus colaboradores, pelo exercício da liberdade de expressão e informação ao divulgar documentos estadunidenses.

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