Curso ENAMAT

Na última semana estive na cidade do Rio de Janeiro em um curso de formação de formadores promovido pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho – ENAMAT – em cooperação com a Escola Nacional da Magistratura – ENM – da França. Foram dias de aprendizagem intensa a cargo de duas magistradas francesas Sophie Vignaud, coordenadora de formação da École Natiolane de la Magistrature, e Frédérique Jovet, coordenadora regional de formação da mesma instituição, que apresentaram o que há de mais moderno no ensino jurídico para magistrados.

Com certeza eu e os demais colegas que passamos pelo curso aprendemos muito em termos de Pedagogia e didática para a transmissão de conhecimentos, em especial de matérias práticas.

Nesta próxima segunda-feira, dia 1º de dezembro, inicia uma nova turma do Curso Avançado de Prática de Audiência Trabalhista na FEMARGS, tal como na edição anterior, cujas aulas continuam, a procura ultrapassou as expectativas, com 45 inscritos.

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Publicado por Jorge Alberto Araujo

Jorge Alberto Araujo é Juiz do Trabalho e master em Teoria da Argumentação Jurídica pela Universidade de Alicante, Espanha. Titular da 5a Vara do Trabalho de Porto Alegre/RS.

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15 comentários

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  1. Ainda venho fazer uma crítica que não é nada jurídica, mesmo sendo um estudante de Direito.

    Esse episódio piloto de “Nada Fofa” foi, antes de tudo, deprimente. Não percebi estes erros quando assisti, mas percebi que tava fantasioso d+. Podia ser bem mais realista, e como disse um dos comentários acima, muito mais empolgante………

    E até hj eu n entendi aonde o autor foi buscar um pinto rosa gordo e gigante (sem trocadilhos…).

    Discordo do comentário acima, até pq eu entendo que qualquer meio de informação pode passar informação válida, inclusive comédias, principalmente quando ela pretendia ter um tom crítico (tá bom, foi nada crítico, plagiando o título do possível piloto)…

    Ah, houve mais conteúdo jurídico no piloto “Aline” do que nesse lamentável episódio…

    Fica como dica: se quer algum conteúdo jurídico, pegue a Constituição e um bom livro de Direito Constitucional……..

    A Favor de ensino de direito no ensino básico… Pelo menos tamanhas atrocidades pseudo-intelectuais não aconteceriam….

  2. Meretíssimo, é claro que o meu e-mail é falso, ou o excelentíssimo senhor deseja que ele seja capturado na internet e eu acabe recebendo toneladas de spams!!!!
    Aliás demorou anos até que eu conseguisse limpar meu e-mail exatamente por eu ter sido infantil no passado e colocado o verdadeiro por aí.
    Meretíssimo, aconselho o senhor a fazer o mesmo, nunca coloque seu verdadeiro e-mail em lugares duvidosos, mesmo em blogs sérios como esse do senhor, na net robôs de captura podem torná-lo vítima de spam, pishings e outros malefícios.
    Obrigado pela consideração.
    Abração.

  3. Nada Fofa e obra de ficção não caberia estas criticas.
    se aplicar os mesmo conceito em outras produções da pra imaginar quantos erros teriam muito mais que os sete de nada fofa.

    1. @oneide,

      Este é um blog jurídico. Entendo que mesmo a ficção deveria informar. No entanto se esta não o faz não está nada errado que eu mesmo venha, pelo menos, esclarecer o que há de equivocado.

  4. Tinha que ser um juíz pra tecer tantas críticas ‘fundamentas’ a um programa meramente humorístico!
    Valha-me Deus! Quanto preciosismo!
    Eu já escrevi comédias Meretíssimo, e o que vale é a piada, não o código civil, o código militar, o processual penal, a CLT, o código Morse, o código de Hamurabi, do Talião, do Irã e muito menos os dos EUA!
    Cultura inútil Meretíssimo é disto que se trata tal projeto piloto! Não se trata de um documentário sobre as mazelas do sistema judiciário brasileiro… aliás dava pra fazer até novela com o caso de Daniel Dantas/Gilmar Mendes…
    Abração!

    1. @Mau,

      Em primeiro lugar o seu email é falso, o que já justificaria a exclusão do comentário.
      No entanto, pelo espírito democrático aprovei-o.
      NO que diz respeito a “licença poética” entendo sua opinião equivocada. Se há uma realidade é muito mais fácil trabalhar com ela, principalmente em uma Rede como a Globo que tem grande penetração e cujas informações podem deixar população confusa quanto ao funcionamento de instituições importantes para a Democracia.

  5. O piloto de Nada Fofa foi apenas algo medíocre que tentou imitar em muito um filme estadunidense – o que explica talvez as semelhanças com a Justiça norte-americana – chamado O Mentiroso, com Jim Carrey, este sim muito engraçado.

  6. @Jorge

    Acho que não é nem questão de maturidade, mas mais o fato de nossa Justiça funcionar mais no papel do que no microfone, além de não existir júri (juri? socorro) e outras coisinhas mais…. na verdade, as coisas só ficam “emocionantes” nas instâncias superiores…

    E desinformação é horrível também… como disse, poderíamos (nós, o povo brasileiro 😛 ) ter passado sem essa.

    1. @Igor,

      Dá para se fazer uma audiência interessante… pelo menos criminal, trabalhista e algumas cíveis. Em todo caso é o trabalho dos bons roteiristas enfeitar a coisa de modo a ficar interessante, não precisando “inventar” ritos ou copiar dos ianques para ficar mais emocionante.
      Aposto que conseguríamos algo melhor que “Nada Fofa” sem muito esforço.

  7. Ótimas observações.
    Ocorre que o programa é (pretendia ser) humorístico – embora eu não tivesse achado graça alguma – e não formativo.
    Acho que a idéia (?) era retratar o cotidiano de uma workaholic. Poderia ser qualquer profissão. Daí, acho que, apesar de o modelo hollywoodiano ser patente, isso era irrelevante para o propósito do programa.
    Enfim, se era para (tentar) fazer graça e para mostrar a Letícia Spiller nua, qualquer coisa serve.

  8. Por todos estes problemas, muitos que nem sabia e acabei esclarecido com este ótimo texto, não gostei do programa. Saudades de Ally McBeal e outras boas produções sobre o tema da TV norte-americana.

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