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No site do Espaço Vital há um artigo reclamando da destruição de processos judiciais findos (os que já foram julgados e cumpridos há muito tempo). Segundo seu autor a destruição destes processos acaba apagando uma parte de nossa história, citando como exemplo o caso do processo em que se discutiu a perda do dedo mínimo de nosso hoje ex-presidente Lula.

Source: google.com.br via Jorge on Pinterest

O mesmo artigo, contudo, dá conta que o armazenamento dos 14 milhões de processos da Justiça do Trabalho ensejam uma despesa anual de mais de R$ 4 milhões.

História é bacana, mas não podemos nos concentrar em armazenar papéis para, se der no caso, termos em nossos arquivos mais um ou outro processo de perda de membro de um futuro ex-presidente.

Temos a possibilidade de digitalizar e armazenar em alguns CDs toda esta papelama que deve ocupar uns bons milhares de metros quadrados de depósito, com despesas que podem representar melhoria de infra-estrutura para o nosso país.

Feito isso os originais devem ser enviados para a reciclagem, pois em uma era em que se pensa em sustentabilidade e que tem gente até economizando nos banhos para salvar o mundo, não faz sentido queimar mais de 4 milhões no lugar do papel velho guardado.