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	<title>Comentários sobre: Voto eletrônico em dúvida.</title>
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	<description>&#34;Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.&#34; Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948)</description>
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		<title>Por: Fique por dentro Eletrônicos &#187; Blog Archive &#187; DireitoeTrabalho.com » Blog Archive » Voto eletrônico em dúvida.</title>
		<link>http://direitoetrabalho.com/2009/06/voto-eletronico-em-duvida/comment-page-1/#comment-5787</link>
		<dc:creator>Fique por dentro Eletrônicos &#187; Blog Archive &#187; DireitoeTrabalho.com » Blog Archive » Voto eletrônico em dúvida.</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 13:27:58 +0000</pubDate>
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		<description>[...] principalmente consistente na constante discrepância em sucessivas &#8230; fique por dentro clique aqui.&#160;Fonte:  [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] principalmente consistente na constante discrepância em sucessivas &#8230; fique por dentro clique aqui.&nbsp;Fonte:  [...]</p>
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		<title>Por: Amilcar Brunazo Filho</title>
		<link>http://direitoetrabalho.com/2009/06/voto-eletronico-em-duvida/comment-page-1/#comment-5710</link>
		<dc:creator>Amilcar Brunazo Filho</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 00:52:09 +0000</pubDate>
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		<description>Esta tese da prevalência do direito do eleitor médio de poder conferir, por meios próprios, a correta apuração do seu voto eletrônico, que agora o tribunal Constitucional Alemão encapou, já havia sido defendida aqui no Brasil pelos Procuradores da República Celso Antônio Três e Marco Aurélio Aydos em 2002.
Vejam os seus textos respectivamente em:
http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/tres2.htm
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/mid100720025.htm

Pena que no Brasil a questão não emocionou o eleitorado e o TSE pôde continuar a nos fornecer um sistema eleitoral eletrônico cujo resultado simplesmente não tem como ser conferido.
Só mesmo nós, mansos brasileiros, aceitamos isso, no resto do mundo, nossas urnas eletrônicas são proibidas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esta tese da prevalência do direito do eleitor médio de poder conferir, por meios próprios, a correta apuração do seu voto eletrônico, que agora o tribunal Constitucional Alemão encapou, já havia sido defendida aqui no Brasil pelos Procuradores da República Celso Antônio Três e Marco Aurélio Aydos em 2002.<br />
Vejam os seus textos respectivamente em:<br />
<a href="http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/tres2.htm" rel="nofollow">http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/tres2.htm</a><br />
<a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/mid100720025.htm" rel="nofollow">http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/mid100720025.htm</a></p>
<p>Pena que no Brasil a questão não emocionou o eleitorado e o TSE pôde continuar a nos fornecer um sistema eleitoral eletrônico cujo resultado simplesmente não tem como ser conferido.<br />
Só mesmo nós, mansos brasileiros, aceitamos isso, no resto do mundo, nossas urnas eletrônicas são proibidas.</p>
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		<title>Por: Fernando</title>
		<link>http://direitoetrabalho.com/2009/06/voto-eletronico-em-duvida/comment-page-1/#comment-5709</link>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 20:07:36 +0000</pubDate>
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		<description>Paz e Bem, Comunidade.

Se a Urna não imprimir

Seu Voto pode sumir

Fonte: http://www.votoseguro.com/

Com o avanço da Liberdade no uso da Tecnologia Digital (Software Livre), alfabetização e inclusão digital dos cidadãos brasileiros a intransigência do Tribunal Superior Eleitoral em não adotar as salvaguardas que a Democracia exige no uso da Tecnologia Digital como meio de o Povo eleger seus Representantes, votar importantes decisões sociais encontra explicação em outro campo do saber que não o da Democracia Representativa feita Estado de Direito.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paz e Bem, Comunidade.</p>
<p>Se a Urna não imprimir</p>
<p>Seu Voto pode sumir</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.votoseguro.com/" rel="nofollow">http://www.votoseguro.com/</a></p>
<p>Com o avanço da Liberdade no uso da Tecnologia Digital (Software Livre), alfabetização e inclusão digital dos cidadãos brasileiros a intransigência do Tribunal Superior Eleitoral em não adotar as salvaguardas que a Democracia exige no uso da Tecnologia Digital como meio de o Povo eleger seus Representantes, votar importantes decisões sociais encontra explicação em outro campo do saber que não o da Democracia Representativa feita Estado de Direito.</p>
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		<title>Por: Arthurius Maximus</title>
		<link>http://direitoetrabalho.com/2009/06/voto-eletronico-em-duvida/comment-page-1/#comment-5706</link>
		<dc:creator>Arthurius Maximus</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 12:51:31 +0000</pubDate>
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		<description>Nosso sistema de votação é uma piada, uma caixa preta, um evento desconhecido. Quanto mais automático mais fácil de ser burlado. Se antes eram necessárias grandes somas para se corromper muita gente; hoje basta corromper um ou dois.

Chovem denúncias de candidatos que não receberam nenhum voto. Será mesmo que nem o cara votou nele?

Países avançados tecnologicamente como o Japão e os EUA votam manualmente (por que será?). Ainda por cima, restam as observações de que não há como comprovar ou contar os votos para conferí-los. Um prato feito para a &quot;criatividade&quot; de nossa classe política.

Só os velhos e caquéticos do TSE ainda não se deram conta da extrema vulnerabilidade do sistema.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nosso sistema de votação é uma piada, uma caixa preta, um evento desconhecido. Quanto mais automático mais fácil de ser burlado. Se antes eram necessárias grandes somas para se corromper muita gente; hoje basta corromper um ou dois.</p>
<p>Chovem denúncias de candidatos que não receberam nenhum voto. Será mesmo que nem o cara votou nele?</p>
<p>Países avançados tecnologicamente como o Japão e os EUA votam manualmente (por que será?). Ainda por cima, restam as observações de que não há como comprovar ou contar os votos para conferí-los. Um prato feito para a &#8220;criatividade&#8221; de nossa classe política.</p>
<p>Só os velhos e caquéticos do TSE ainda não se deram conta da extrema vulnerabilidade do sistema.</p>
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		<title>Por: Nelson Quintanilha</title>
		<link>http://direitoetrabalho.com/2009/06/voto-eletronico-em-duvida/comment-page-1/#comment-5701</link>
		<dc:creator>Nelson Quintanilha</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 14:49:30 +0000</pubDate>
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		<description>Eu também preferiria um sistema misto, onde após o voto a própria urna eletrônica emitiria ou imprimisse uma cópia e esse fosse depositada na urna convencional.
Ainda não podemos confiar no homem e em sua boa vontade e como disse Paulo Leminski:
Confira, tudo que respira, conspira!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu também preferiria um sistema misto, onde após o voto a própria urna eletrônica emitiria ou imprimisse uma cópia e esse fosse depositada na urna convencional.<br />
Ainda não podemos confiar no homem e em sua boa vontade e como disse Paulo Leminski:<br />
Confira, tudo que respira, conspira!</p>
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		<title>Por: Leandro Santos de Aragão</title>
		<link>http://direitoetrabalho.com/2009/06/voto-eletronico-em-duvida/comment-page-1/#comment-5700</link>
		<dc:creator>Leandro Santos de Aragão</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 13:50:18 +0000</pubDate>
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		<description>Não foi só na Holanda (que foi o primeiro país cujo Judiciário rejeitou a urna eletrônica) e na Alemanha, não. Nos EUA, alguns Estados já começam a se movimentar neste sentido. O caso &quot;Gusciora v. Corzine&quot; da Corte Superior de Nova Jersey é um exemplo. Ja na Alemanha, os juízes entenderam que um &quot;evento público&quot; como uma eleição implica a alta probabilidade de qualquer cidadão dispor de meios para averiguar a contagem de votos, bem como a regularidade do decorrer do pleito, sem que para isto sejam necessários conhecimentos especiais ou específicos. Quando a votação é no papel, isto é fácil; basta sentar, acompanhar de perto a contagem dos votos e, se for o caso, pedir recontagem. Manipulações, nesses casos, são mais difíceis em razão da possibilidade de acompanhamento da apuração e, se for o caso, da recontagem de voto. Já na urna eletrônica, o cidadão comum não tem, de regra, conhecimentos técnicos suficientes para saber como a máquina opera; o processo de captação de votos fica consolidado nos dados da máquina eletrônica, sem que possa ter a garantia de, em caso de suspeição, haver recontagem ou coisa parecida (apesar da possibilidade de auditoria nas máquinas).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não foi só na Holanda (que foi o primeiro país cujo Judiciário rejeitou a urna eletrônica) e na Alemanha, não. Nos EUA, alguns Estados já começam a se movimentar neste sentido. O caso &#8220;Gusciora v. Corzine&#8221; da Corte Superior de Nova Jersey é um exemplo. Ja na Alemanha, os juízes entenderam que um &#8220;evento público&#8221; como uma eleição implica a alta probabilidade de qualquer cidadão dispor de meios para averiguar a contagem de votos, bem como a regularidade do decorrer do pleito, sem que para isto sejam necessários conhecimentos especiais ou específicos. Quando a votação é no papel, isto é fácil; basta sentar, acompanhar de perto a contagem dos votos e, se for o caso, pedir recontagem. Manipulações, nesses casos, são mais difíceis em razão da possibilidade de acompanhamento da apuração e, se for o caso, da recontagem de voto. Já na urna eletrônica, o cidadão comum não tem, de regra, conhecimentos técnicos suficientes para saber como a máquina opera; o processo de captação de votos fica consolidado nos dados da máquina eletrônica, sem que possa ter a garantia de, em caso de suspeição, haver recontagem ou coisa parecida (apesar da possibilidade de auditoria nas máquinas).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Eduardo</title>
		<link>http://direitoetrabalho.com/2009/06/voto-eletronico-em-duvida/comment-page-1/#comment-5699</link>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 13:29:00 +0000</pubDate>
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		<description>Jorge, eu trabalho ha mais de 10 anos com tecnologia e asseguro: Não existe segurança perfeita. Se existisse, bancos e financeiras não seriam alvos de fraudes eletrônicas. Mas também asseugro que sem dúvidas o modelo de eleição através da urna eletrônica é o mais confiável sem dúvidas. Faço duas sugestões para que torne o processo mais próximo do ideal:

1) Código fonte aberto. Isto permitiria que qualquer um no país avaliasse como se da a codificação do sistema e se tiver furo, sem dúvidas seria encontrado. Infelizmente hoje em dia não é feito assim, não sei porque motivo. Isto também provaria que o voto é, de fato, secreto. Hoje em dia eu suspeito disto, mas sem o código em mãos para analisar não é possível provar nem que eu estou certo e nem que o TSE esta certo. Precisamos apenas acreditar sem que haja provas.

2) Impressão do voto em TODAS as urnas. Isto permitiria auditoria dos votos, comparando o somatório eletrônico com o somatório impresso e sem dúvida tornaria o processo mais seguro ainda. A audição dos votos deveria ser mandatória por amostragem e sempre que houvesse suspeita de fraude a dúvida seria sanada com extrema facilidade. Ao lado da urna, claro, teria uma urna para o depósito do papel impresso garantindo o anonimato da votação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Jorge, eu trabalho ha mais de 10 anos com tecnologia e asseguro: Não existe segurança perfeita. Se existisse, bancos e financeiras não seriam alvos de fraudes eletrônicas. Mas também asseugro que sem dúvidas o modelo de eleição através da urna eletrônica é o mais confiável sem dúvidas. Faço duas sugestões para que torne o processo mais próximo do ideal:</p>
<p>1) Código fonte aberto. Isto permitiria que qualquer um no país avaliasse como se da a codificação do sistema e se tiver furo, sem dúvidas seria encontrado. Infelizmente hoje em dia não é feito assim, não sei porque motivo. Isto também provaria que o voto é, de fato, secreto. Hoje em dia eu suspeito disto, mas sem o código em mãos para analisar não é possível provar nem que eu estou certo e nem que o TSE esta certo. Precisamos apenas acreditar sem que haja provas.</p>
<p>2) Impressão do voto em TODAS as urnas. Isto permitiria auditoria dos votos, comparando o somatório eletrônico com o somatório impresso e sem dúvida tornaria o processo mais seguro ainda. A audição dos votos deveria ser mandatória por amostragem e sempre que houvesse suspeita de fraude a dúvida seria sanada com extrema facilidade. Ao lado da urna, claro, teria uma urna para o depósito do papel impresso garantindo o anonimato da votação.</p>
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