Alguns leitores mais assíduos do blog reclamaram, com razão, que ainda não houve a entrega do livro do Rodrigo Schwarz, embora prometido já há algum tempo.
Na verdade o que ocorreu foi, justamente, uma falta de bons critérios para proceder nesta entrega. Acredito que seja interessante, já que o Rodrigo resolveu ceder a obra com tanto carinho, que ela se destinasse a alguém que vá, de fato, usá-la bastante.
Então para não aumentar a expectativa vou fazer o seguinte: quem estiver interessado em receber o exemplar do livro deverá, nos comentários abaixo, esclarecer o porquê de seu interesse. Detalhe o interesse pode ser próprio ou de amigos ou colegas para serem presentados.
Por exemplo você pode dizer que está interessado no assunto porque vai escrever um artigo sobre isso, ou que quer ganhar o livro para que um amigo possa incluí-lo em seu trabalho de conclusão de curso.
Por favor postem seus comentários até o dia 30 de outubro. Após isso eu e o Rodrigo decidiremos a quem deverá se destinar a obra que será encaminhada ao ganhador, no território nacional, através dos Correios.

varios academicos vem nos indagando sobre a possibilidade de adquirir o livro, este que sera de grade valia para os academicos que fazem parte do grupo de estudo, que mais uma vez eu afirmo que sao pessoas que nao tem condicoes de estar adquirindo obras pois sao pessoas carentes, e é esse o motivo, nao sei se é o melhor argumento, mais e o mais verdadeiro, e servira para dar dignidade a pessosas que nao teriam condiçeos de custear a obra.
atenciosamente
fabio leandro marques ferreira
Sou do estado do Tocantins, estudante da Universidade Federal do Tocantins, e aqui a quantidade de fazendas com trabalha análogo ao de escravo é muito grande, inclusive envolvendo, até mesmo, fazendas de Senadores.
Att.
Estou estudando para o concurso da Magistratura do trabalho no Piaui – Estado em que existe, infelizmente, um alto indice de ocorrência de trabalho escravo, mesmo com toda a legislação e toda a atuação dos órgãos governamentais (MPT, TRT, DRT).
A situação aqui é tão grave que mesmo morando na capital, Teresina, fiquei estarrecida há cerca de dois anos atrás quando o meu irmão mais novo chegou em casa com a notícia (para ele hilariante) de que tinha sido abordado num ponto de ônibus próximo a faculdade por um senhor idoso que o questionou se tinha interesse de ir a SP trabalhar numa fazenda. Na oferta de “emprego”, ele destacou que ele podia adiantar a passagem de ônibus dele, bastava entregar seus documentos (CTPS, CI e CPF), e disse que ele poderia ganhar “muito dinheiro lá” pois era jovem e forte(ele mede 1,87m).
Meu irmão, ainda jovem, contou o fato, achando muito engraçada a abordagem, que sequer respondeu de tanto rir. Mas, se, àquela epóca eu já tinha interesse em ingressar na Magistratura trabalhista, depois do relato dele meus anseios neste sentido aumentaram.
Nos ultimos meses interrompi meus estudos para casar, afinal também temos vida pessoal como toda e qualquer mulher! Passado o 1º mês de lua de mel, retomei meus estudos com força total, conciliando com o estudo, agora, além do trabalho, as tarefas domésticas. Ao contrário do que pensei tem sido até bem mais fácil do que antes. Ao que me parece, embora o tempo seja bem mais curto, ele rende muito mais. Os gastos é que têm ficado apertados, não dá pra estudar por livros de direito desatualizados e infelizmente as nossas leis mudam muito, muito rápido. Assim adoraria ganhar o livro do Rodrigo Schwarz. Seria um gasto a menos e uma boa ajuda na preparação para a magistratura trabalhista no PI.
Sou Estudante de Direito e, no momento, faço a disciplina de História do Pensamento Jurídico. Teremos um seminário abordando os Direitos Humanos e decidimos, meu grupo e eu, apresentar uma visão histórica e jurídica sobre o TRABALHO ESCRAVO. O livro seria de grande valia para nós.
Você foi uma das ganhadores do livro.
Necessito que você informe os seus dados para o envio.
Maiores detalhes em http://direitoetrabalho.com/2008/11/trabalho-escravo-promocao-do-livro-tres-vencedores/
É sempre muito interessante tomar conhecimento acerca de qualquer obra sobre esta chaga que é o trabalho escravo em nosso País; ainda mais quando se trata de obra escrita por quem tem profundo conhecimento na matéria – um juiz do trabalho.
Fiz especialização em Direito de Trabalho, e escrevi sobre o trabalho escravo; gostaria de ganhar o exemplar do livro do prof. Jorge Alberto, pois pretendo aprofundar os estudos visando ao mestrado com foco nessa temática.