Bate-boca no Supremo
Posted by Jorge Araujo - 16/08/08 at 12:08 am
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Apenas agora estou me inteirando de um dos babados mais fortes da história do Judiciário. Joaquim Barbosa e Eros Grau quase partiram para as vias de fato, tendo “rolado” desde crítica a um querer entrar na Academia Brasileira de Letras, embora escreva mal, até acusação de o outro bater em mulheres.
Não custa lembrar que os Ministros do Supremo são, ou deveriam ser, indicados pelo Presidente da República entre os bacharéis em Direito com mais de trinta e cinco anos, notório saber jurídico e ilibada conduta moral.
Estão dizendo que depois do quid pro quo só sobrou pros dois serem maiores de 35 anos.
O Consultor Jurídico reproduziu e Blog da Rosana Oliveira, deu o áudio do embate.
No vídeo abaixo outra discussão, entre Joaquim Barbosa e o agora presidente do Supremo, Gilmar Mendes – detalhe, Joaquim não compareceu para votar em Gilmar quando da sua eleição, “botou” atestado.
Tags:Barbosa, Eros, Grau, Joaquim, STF, Supremo, supremo tribunal federal












agosto 18th, 2008 at 14:21
[...] Bate-boca no Supremo [...]
agosto 20th, 2008 at 11:36
Apenas uma correção, não é necessário ser bacharel em Direito para ser nomeado ao STF, basta possuir notório saber jurídico (rábula) e reputação ilibada, além de 35 anos, lógico.
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Jorge Araujo Reply:
agosto 20th, 2008 at 14:03
Rodrigo,
Tens razão. Todavia em rápida pesquisa não localizei alguém que tenha sido nomeado sem ter sido bacharel. Sabia de Barata Ribeiro, cujos méritos eram ser um excelente médico, mas cuja indicação foi barrada no Senado (sim! o Senado já barrou alguém de entrar no STF!) justamente por não satisfazer o requisito de notório saber…
Acho muito difícil que nos tempos atuais alguém alcance o cargo sem ser pelo menos formado em Ciências Jurídicas. Todavia também achava muito difícil que dois ministros perdessem a compustura em público….
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setembro 3rd, 2008 at 09:32
Esse vídeo, embora seja antigo, rendeu até editorial do Charges.com.br:
http://charges.uol.com.br/editorial.html
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Jorge Araujo Reply:
setembro 3rd, 2008 at 10:34
Eu francamente nem sabia que o Charges tinha um editorial, mas lendo-o passei a admirar mais ainda o Maurício Ricardo.
A nossa cúpula não estava ainda preparada para as câmaras.
Todavia fico mais sossegado de, pelo menos, saber que o clima entre eles não é sequer de cordialidade, assim pelo menos podemos vislumbrar ao menos algumas de suas mazelas.
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