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	<title>Comments on: Situa&#231;&#245;es lament&#225;veis (III)</title>
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	<description>O Direito do Trabalho cada vez mais acessível</description>
	<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 22:49:12 +0000</pubDate>
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		<title>By: Eduardo</title>
		<link>http://direitoetrabalho.com/2007/08/situacoes-lamentaveis-iii/#comment-585</link>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Sep 2007 18:57:48 +0000</pubDate>
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		<description>Ops amigo, estou com problemas lá no blog e o backlink que você mandou foi apagado. Não sei o que está acontecendo, certamente algum problema com o wordpress que não sei resolver... babou ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ops amigo, estou com problemas lá no blog e o backlink que você mandou foi apagado. Não sei o que está acontecendo, certamente algum problema com o wordpress que não sei resolver&#8230; babou <img src='http://direitoetrabalho.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /></p>
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		<title>By: Eduardo</title>
		<link>http://direitoetrabalho.com/2007/08/situacoes-lamentaveis-iii/#comment-584</link>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2007 17:27:34 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Jorge, obrigado pela deferência!
Eu sempre vejo com desconfiança essas crucificações feitas pela mídia.
Elas movem o sentimento e as emoções da sociedade, mostrando a dor dos familiares das vítimas, como muito fizeram no caso do avião da TAM, um nojo.
As leis foram feitas para chegarmos o mais próximo possível da justiça, assim como o princípio do livre convencimento dos magistrados.
Há um senso comum de que quem se dá mal em uma situação é sempre a vítima. Como um cara fortão que parte para bater em um fraquinho, mas o fraquinho é faixa preta e quebra os dois braços do fortão com um golpe. Na imprensa vai aparecer o fortão com os braços enfaixados e bradando justiça, quando ele na verdade é o agressor, o outro apenas se defendeu.
Do mesmo modo, não é porque a vítima estava desarmada e o outro armado vamos condenar o armado. A legítima defesa tem seus limites, mas pelos fatos narrados, o promotor, depois de atirar para o alto para provar que a arma não era de brinquedo chegou ainda a tentar fugir correndo, mesmo armado. Por enquanto acho que ele usou os meios necessários para repelir as agressões. O problema é que o calibre .380 é muito fraco, e mata o sujeito sim, mas este não sofre o impacto do tiro. Se fosse um tiro de cal. .40 no primeiro a vítima iria cair no chão e parar de atacar.
Bom, é apenas um ponto de vista, como disse, esperemos o fim do processo para vermos o teor, já que está sob segredo de justiça. E se o promotor agiu com excesso, eu serei o primeiro a dizer "olha aí, acabou que agora a verdade veio à tona, o promotor é um frio assassino de jovens e o Ministério Público é corporativista e sujo". Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Jorge, obrigado pela deferência!<br />
Eu sempre vejo com desconfiança essas crucificações feitas pela mídia.<br />
Elas movem o sentimento e as emoções da sociedade, mostrando a dor dos familiares das vítimas, como muito fizeram no caso do avião da TAM, um nojo.<br />
As leis foram feitas para chegarmos o mais próximo possível da justiça, assim como o princípio do livre convencimento dos magistrados.<br />
Há um senso comum de que quem se dá mal em uma situação é sempre a vítima. Como um cara fortão que parte para bater em um fraquinho, mas o fraquinho é faixa preta e quebra os dois braços do fortão com um golpe. Na imprensa vai aparecer o fortão com os braços enfaixados e bradando justiça, quando ele na verdade é o agressor, o outro apenas se defendeu.<br />
Do mesmo modo, não é porque a vítima estava desarmada e o outro armado vamos condenar o armado. A legítima defesa tem seus limites, mas pelos fatos narrados, o promotor, depois de atirar para o alto para provar que a arma não era de brinquedo chegou ainda a tentar fugir correndo, mesmo armado. Por enquanto acho que ele usou os meios necessários para repelir as agressões. O problema é que o calibre .380 é muito fraco, e mata o sujeito sim, mas este não sofre o impacto do tiro. Se fosse um tiro de cal. .40 no primeiro a vítima iria cair no chão e parar de atacar.<br />
Bom, é apenas um ponto de vista, como disse, esperemos o fim do processo para vermos o teor, já que está sob segredo de justiça. E se o promotor agiu com excesso, eu serei o primeiro a dizer &#8220;olha aí, acabou que agora a verdade veio à tona, o promotor é um frio assassino de jovens e o Ministério Público é corporativista e sujo&#8221;. Abraços.</p>
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		<title>By: Jorge</title>
		<link>http://direitoetrabalho.com/2007/08/situacoes-lamentaveis-iii/#comment-583</link>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Aug 2007 18:19:03 +0000</pubDate>
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		<description>José,

Como eu disse no artigo para mim a decisao foi incompreensível. Ao que me parece (sem ler a decisao, seus fundamentos ou ter ciência do procedimento do órgao) me parece que a decisao é soberana, ou seja nao pode ser alterada.
Isso decorre do fato de ser administrativa, nao de cunho judicial.
Todavia se noticia a apresentaçao de alguma forma de recurso ao Conselho Nacional do Ministério Público. Este órgao, assim como o do Judiciário - CNJ - é muito novo e suas atribuiçoes nao sao suficientemente claras.
No entanto é aguardar para ver.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>José,</p>
<p>Como eu disse no artigo para mim a decisao foi incompreensível. Ao que me parece (sem ler a decisao, seus fundamentos ou ter ciência do procedimento do órgao) me parece que a decisao é soberana, ou seja nao pode ser alterada.<br />
Isso decorre do fato de ser administrativa, nao de cunho judicial.<br />
Todavia se noticia a apresentaçao de alguma forma de recurso ao Conselho Nacional do Ministério Público. Este órgao, assim como o do Judiciário - CNJ - é muito novo e suas atribuiçoes nao sao suficientemente claras.<br />
No entanto é aguardar para ver.</p>
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		<title>By: josé</title>
		<link>http://direitoetrabalho.com/2007/08/situacoes-lamentaveis-iii/#comment-582</link>
		<dc:creator>josé</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Aug 2007 10:33:01 +0000</pubDate>
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		<description>Há algo que possa ser feito para reverter essa decisão???</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há algo que possa ser feito para reverter essa decisão???</p>
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