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Perdoem pela repetição, mas creio que segurança pública deve ser um assunto de interesse de todos os brasileiros, principalmente numa época como esta em que vivemos uma verdadeira guerra.

Hoje é notícia da capa do Jornal Zero Hora de Porto Alegre, ao lado da manchete de que a ação da Brigada Militar faz cair índices de 15 tipos de crimes na capital, que um Policial Militar (Ivonildo Gampert Biassi, 32 anos) foi morto em um ônibus por assaltantes pelo simples motivo de estar fardado no veículo escolhido para ser assaltado. O homicídio foi covarde, pelas costas e por dois homens.

Se antigamente o fato de haver um policial militar já dava aos demais passageiros uma sensação de segurança, hoje é mais um fator de estresse, pois nem isso os bandidos respeitam mais.

Com razão o Secretário de Segurança Pública do RS reclama das entidades de Direitos Humanos um pronunciamento acerca do crime. Um policial que fere ou mata um criminoso é um vilão, o que morre, não é ninguém.

Enquanto isso se discute uma legislação penal por estados. Isso somente permitiria que estes criminosos, se presos e condenados, pegassem uma pena inferior aos mesmos criminosos que venham a ser presos pelo homicídio de policiais cariocas, por exemplo… como se fosse possível medir a extensão de um crime pela localização geográfica do criminoso ou da vítima.


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