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	<title>Comments on: Empregada Dom&#233;stica e Pagamento de Horas Extraordin&#225;rias</title>
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	<description>O Direito do Trabalho cada vez mais acessível</description>
	<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 17:27:54 +0000</pubDate>
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		<title>By: francisca</title>
		<link>http://direitoetrabalho.com/2006/12/empregada-domestica-e-pagamento-de-horas-extraordinarias/#comment-2193</link>
		<dc:creator>francisca</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 15:04:49 +0000</pubDate>
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		<description>bom dia  trabalhei em uma casa de familha dois mes e nove dias  folgava cada 15 dias  numas desa folga faltei quando cheguei la no dia seguente a patroua deixo recada com uma colega de trabalho que eu nao prisesava mais trabalhar podia ir em bora  e que nao ia mim pagar nada  mais eu quero receber pois trabalhei  por ese motivo pesso a voces que mim digan o que devo faz como devo agir nese cousso muito obrigado por favor mim respodam</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>bom dia  trabalhei em uma casa de familha dois mes e nove dias  folgava cada 15 dias  numas desa folga faltei quando cheguei la no dia seguente a patroua deixo recada com uma colega de trabalho que eu nao prisesava mais trabalhar podia ir em bora  e que nao ia mim pagar nada  mais eu quero receber pois trabalhei  por ese motivo pesso a voces que mim digan o que devo faz como devo agir nese cousso muito obrigado por favor mim respodam</p>
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		<title>By: Empregado Doméstico » In Resumo</title>
		<link>http://direitoetrabalho.com/2006/12/empregada-domestica-e-pagamento-de-horas-extraordinarias/#comment-1596</link>
		<dc:creator>Empregado Doméstico » In Resumo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 02:11:51 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Dos 34 direitos trabalhistas garantidos constitucionalmente, apenas nove ou dez deles também são d... A discussão é longa, pautada, quiçá, nos anos de escravidão e também na condição peculiar do empregador doméstico. Quanto custa um empregado celetista? O empregador brasileiro (na maioria das vezes) pode arcar sozinho com o merecido reconhecimento legislativo aos empregados domésticos? O empregados domésticos devem continuar à margem da legislação e das melhores condições de trabalho? [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Dos 34 direitos trabalhistas garantidos constitucionalmente, apenas nove ou dez deles também são d&#8230; A discussão é longa, pautada, quiçá, nos anos de escravidão e também na condição peculiar do empregador doméstico. Quanto custa um empregado celetista? O empregador brasileiro (na maioria das vezes) pode arcar sozinho com o merecido reconhecimento legislativo aos empregados domésticos? O empregados domésticos devem continuar à margem da legislação e das melhores condições de trabalho? [...]</p>
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		<title>By: Antonio MMarcelino</title>
		<link>http://direitoetrabalho.com/2006/12/empregada-domestica-e-pagamento-de-horas-extraordinarias/#comment-1346</link>
		<dc:creator>Antonio MMarcelino</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 19:59:27 +0000</pubDate>
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		<description>Muito lúcido o seu posicionamento, embora saibamos que existem fortes correntes opositoras.  Concordo plenamente com suas colocações. Entendo, como direito universal do trabalhador a jornada máxima de 8 horas diárias. Aliás, se a todas as outras categorias de trabalhadores - públicos, civis e militares a jornada de até 8 horas é um direito consagrado (e aqui não esqueçamos da regulamentação de jornada por categoria - médicos, telefonistas etc. que é muito mais reduzida), admitir que o trabalhador doméstico esteja sujeito a jornada superior é conceber a existência de um regime de escravidão, travestido de categoria profissional. O mesmo se diga em relação à questão da hora extra, pois embora o trabalho doméstico não se revista de um caráter econômico imediato, na prática ele representa para muitos empregadores um ganho econômico indireto por que lhe conferir a disponibilidade temporal ao necessário desempenho de sua atividade laboral, muito mais remunerada do que a paga ao trabalhador doméstico.
Muitas outras questões merecem ser abordadas mas, principalmente, a questão da dignidade humana que devele prevalecer em qualquer relação laboral, independemente do grau escolar ou técnico que a permeie. Entender o contrário é fomentar o preconceito (supremacia de uma classe em relação a outra) e as disparidades tão latentes em nossa sociedade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito lúcido o seu posicionamento, embora saibamos que existem fortes correntes opositoras.  Concordo plenamente com suas colocações. Entendo, como direito universal do trabalhador a jornada máxima de 8 horas diárias. Aliás, se a todas as outras categorias de trabalhadores - públicos, civis e militares a jornada de até 8 horas é um direito consagrado (e aqui não esqueçamos da regulamentação de jornada por categoria - médicos, telefonistas etc. que é muito mais reduzida), admitir que o trabalhador doméstico esteja sujeito a jornada superior é conceber a existência de um regime de escravidão, travestido de categoria profissional. O mesmo se diga em relação à questão da hora extra, pois embora o trabalho doméstico não se revista de um caráter econômico imediato, na prática ele representa para muitos empregadores um ganho econômico indireto por que lhe conferir a disponibilidade temporal ao necessário desempenho de sua atividade laboral, muito mais remunerada do que a paga ao trabalhador doméstico.<br />
Muitas outras questões merecem ser abordadas mas, principalmente, a questão da dignidade humana que devele prevalecer em qualquer relação laboral, independemente do grau escolar ou técnico que a permeie. Entender o contrário é fomentar o preconceito (supremacia de uma classe em relação a outra) e as disparidades tão latentes em nossa sociedade.</p>
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